Trilha sonora 2°B- 2009

sábado, 19 de dezembro de 2009

A mulher entre Aurélia e Amélia

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Aurélia personagem de Castro Alves, do romance "Senhora", uma mulher a frente de seu tempo, contrapondo-se á mulheres do século XIX, frágeis, recatadas e submissas, Aurélia é uma personagem atípica, que luta por seus objetivos. Enquanto Amélia da música "Aí que saudades da Amélia" de Ataulfo Alves e Mário Lago, é uma mulher submissa e, frágil, que se contenta com a situação que vive. Por no nosso ponto de vista, acreditamos que Aurélia represente a mulher atual, forte, decidida, batalhadora, que esta conquistando seu espaço e importância na sociedade, evoluindo junto com ela. Escolhemos a música, por sua letra representar com enfâse, a força e importância da mulher!

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terça-feira, 15 de dezembro de 2009

Antologia- Amor realizado

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Sem titulo



sympathia-é o sentimento

Que nasce n'um só momento,

sincero,no coração;

são dous olhares acesos

Bem juntos,unidos,presos

N'uma magica attracção.



Sympathia-meu anjinho,

E' o canto do passarinho,

E'o doce aroma da flor,

São nuvens d' um céo d'agosto

E'o que m'inspira teu rosto...

-sympathia é -quasi amor!



(José Marques de Abreu)






Entendimento do grupo



O poema "sem titulo" de Casimiro de Abreu,é um poema muito belo,pelo fato ,de explicar o que é simpatia,mas,com o significado de amor.Ele (o poeta)se declara para a sua amada mas porém,não conta que ele a ama mas que tem por ela uma grande simpatia que é quase amor.

Antologia- Amor não correspondido

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Teus Olhos Entristecem





Teus olhos entristecem

Nem ouves o que digo

Dormem,sonham,esquecem

Não me ouves,e prossigo





Digo o que já de triste,

Te disse tanta vez...

Creio que nunca o ouviste

De tão tua que és

Olhas-me derrepente

De um instante impreciso

Com um olhar ausente

Começas um sorriso

Continuo a falar

Continuas ouvindo

O que estás a pensar

Já quase na sorrindo



Até que neste ocioso

Sumir da tarde fútil,

Se esfolha silencioso

O teu sorriso inútil





(Fernando Pessoa)





Entendimento do Grupo





O poema retrata um amor no qual o eu-lírico não se sente correspondido na mesma forma que ama.Ele sente que como que não fosse ouvido,percebe na olha da amada que ela não se importa,que seu sorriso é inútil,e tenta decifra o que ela está a pensa,os olhos dela dissem tudo e sabendo da verdade ele entristece.

Antologia - Morte - 2

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Se eu morresse amanhã



Se eu morresse amanhã,viria ao menos

fechar meus olhos minha triste irmã;

Minha mãe de saudades morreria

se eu morresse amanhã!Quanta glória pressinto em meu futuro!

Que aurora de porvir e que manhã!

Eu podera chorando essas coroas

se eu morresse amanhã!

Que sol! que céu azul! que dove n'alva

Acorda a natureza mais loucã!

Não me batera tanto amor no peito

se eu morresse amanhã!

Mas essa dor da vida que devora

A ânsia de gloria,o dolorido afã...

a dor no peito emudecera ao menos

se eu morresse amanhã!



(Álvares de Azevedo)





Entendimento do grupo



O eu lírico do poema está aprofundado na questão que o leva a pensar na hipótese de
morrer no dia seguinte,imaginando em como sua irmã e mãe iriam se sentir.E mesmo pensando na morte ele ainda demonstra esperança no seu futuro,num novo amanhã e no tempo que perdeu em sua vida,no amor que não pode viver.

Antologia - Morte

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Ismália




Quando Ismália enlouqueceu,


Pôs-se na torre a sonhar...


Viu uma lua no céu,


Viu outra lua no mar.




No sonho em que se perdeu


Banhou-se toda em luar...


Queria subir ao céu,


Queria descer ao mar...




E, no desvario seu,


Na torre pôs-se a cantar...


Estava perto do céu,


Estava longe do mar...




E como um anjo pendeu


As asas para voar...


Queria a lua do céu,


Queria a lua do mar...




As asas que Deus lhe deu


Ruflaram de par em par...


Sua alma subia ao céu,


Seu corpo desceu ao mar...




(Aphonsus de Guimaraens)
Entendimento do grupo:
O poema "Ismália" de Alphonsus Guimaraens, fala sobre uma mulher que enlouqueceu e se prendeu numa torre, ela começou a sonhar num desvario, queria a lua do e a lua que se refletia na água do mar. Por querer demais ela caiu, e sua alma subiu ao céu e seu corpo desceu ao mar. Ismália pode ser considerada simbolo do anseio do ser humano pela transcendência. A morte é encarada como meio de ascenção e liberação.

Conto Fantástico 3

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A bola mágica
Há muitos e muitos anos, havia uma garotinho, chamado Pedro, ele morava apenas com sua mãe, era um garoto muito feliz. Ele tinha uma amiguinha chama Marcinha, ambos estudavam na mesma sala.
Marcinha costumava passar na casa de Pedro bem cedinho para irem juntos a escola.
Mas Pedro tinha um problema, ele queria que o tempo passasse rápido, para que ele ficasse homem logo, e fosse independente, então a mãe dele sempre lhe dizia:
--- Pedro pra que tanta pressa? Você tem que aproveitar, cada momento de sua vida, pois esses momentos não voltaram mais.
Foi quando um dia Pedro passava pelo bosque, e ouviu uma voz chamar pelo seu nome, ele olhou pro lado e viu uma mulher misteriosa que disse:
--- Pedro eu tenho um presente pra você! Mas você só deve usar, se realmente for necessário.
E então Pedro perguntou:
--- O que você tem pra me dar?
E a mulher respondeu:
--- Uma bola mágica, essa bola tem uma linha de ouro, toda vez que você quiser que o tempo passe rápido, é só dar uma puxada nela.
Pedro ficou feliz da vida, pois era tudo o que ele queria, que o tempo passasse rápido.
Pedro aceitou o presente, e a mulher lhe disse:
--- Cuidado, uma vez usada, você não pode voltar atrás, pois essa bola só anda pra frente, e não pode voltar pra trás, e não mostre ela pra ninguém. Certo?
E Pedro respondeu:
--- Firmeza, pode deixar que eu não conto pra ninguém.
E la se vai Pedro com o seu presente, chegando em casa, jantou e foi dormir. No outro dia acordou com o despertador tocando, estava na hora dele ir para escola.
Pedro, já estava cansado de ir pra escola, então, pegou sua bola mágica e deu uma puxada, e já tinham se passado oito anos, Pedro ja estava maior de idade, e ja tinha concluido os estudos, não precisando estudar mais.
Pedro estava feliz da vida, pois toda vez que queria que o tempo passasse era só, dar uma puxada na linha de sua bola mágica, Pedro foi usando a bola frequentemente, e quando ele se deu conta já estava com 60 anos e sua mãe já tinha falecido ,pois já estava bem velha,foi quando Pedro observou que a linha da bola estava cinza,e,percebeu que ela estava dessa cor pelo fato dele já estar ficando velho,pois quando ele ganhou a bola mágica,ele ainda era criança e a linha da bola era de ouro,mas conforme ele foi puxando a linha ela foi ficando com acor fraca,pois cada vez mais a vida de Pedro estava ficando breve,o aproximando da morte.Quando Pedro chegou aos 30 anos a linha da bola era prata,pois Pedro ainda estava em uma idade boa,agora que ele esta nos 60 anos,a linha esta cinza,Pedro evitou puxar a linha pois ficou com medo da sua situação piorar,então ele olhou para tras e viu que não aproveitou nada de sua vida,que ela foi muito rapida e não tinha nenhuma recordação boa,ao contrário só recordações ruins,pois ele não teve muito tempo com a mãe.
Então Pedro foi até o bosque,onde havia ganhado o presente da mulher misteriosa.Chegando lá Pedro começou a chorar,pois lembrou que a mulher com concerteza haveria morrido de velhice.
Ele estava muito triste,com a cabeça baixa,sem saber o que fazer,foi quando por incrivel que pareça,a mulher misteriosa apareceu,do mesmo jeito com Pedro tinha a visto pela primeira vez,ele tomou um susto e perguntou o porque de tudo isso,e a mulher respondeu:
---Pedro agora não tem mais jeito,eu falei para você ter cuidado ao usar a bola mágica.
Pedro falou:
---Mas senhora,por favor eu quero voltar a ser o garoto que eu era e viver a minha vida com naturalidade.
Então Pedro põe-se a chorar.
A mulher ficou com pena de Pedro e lhe disse:
---Feche os olhos.
Pedro fechou os olhos e acordou com o despertador de seu quarto tocando e Marcinha o esperando para ire3m juntos à escola.
A mãe de Pedro estava o chamando para tomar o café da manhã,e ele disse:
---Mãe eu tive um sonho muito esquesito esta noite,sonhei que minha vida passava num piscar de olhos.
A mãe respondeu:
---Pedro você esta sonhando a noite,de tanto pensar em quere que o tempo passe rápido.Relaxa filho as coisas acontecem naturalmente.
Pedro diz:
---Não mãe eu não quero mais que o tempo passe,eu quero curtir cada momentinho da minha vida.
E lá se vai Pedro para a escola junto com Marcinha feliz.
E quanto a mulher misteriosa ninguém nunca ouviu falar dela,foi só uma alma que veio do outro mundo para consciêntizar Pedro da "brevidade da vida"e tirar da cabeça dele essa ideia de que o tempo passe rápido.
Só damos valor a vida,quando estamos perto da morte.Não precisamos querer que o tempo passe rápido pois a vida já é breve.
Temos que dar valor e aproveitar cada momento.

Conto escrito por Michele Lino dos Santos

Conto Fantástico 2

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A origem da Fênix de Andrômeda

Há muito tempo atrás, numa terra distante, existia um reino chamado Andrômeda, ele recebeu esse nome por possuir um rei supersticioso, que acreditava que as estrelas traziam bons presságios. O reino vivia em harmonia, mesmo sendo liderado por um rei egoista e ambicioso. Eridano nunca estava satisfeito com o que tinha, sempre desejava mais. Ele estava em pé de guerra com o Orion , seu irmão gêmeo do reino de Fênix.
Orion diferente de seu irmão, era amável, justo e bondoso. Se preocupava com seu povo e não desejava a guerra. Mas como o irmão o pressionava demais, atacando insessantemente e colocando em risco a vida dos moradores de Fênix, sem escolha anunciou a guerra entre os dois reinos.
No reino de Andrômeda haviam dois jovens aspirantes a cavaleiros, Arthur e Demetry, loucos por aventuras. Eles eram contra a guerra entre os dois reinos, mas não podiam expor o que pensavam, pois eram subordinados ao rei, sob ameaça de morte na guilhotina.
Os dois reinos se preparavam para a guerra, Eridano com receio de não alcançar a vitória desejada, ordena que Arthur e Demetry, saiam em busca da bola de cristal de uma bruxa que morava na mais distante e sombria floresta, onde se escondia uma montanha encantada e
obscura, da mais negra magia. Eridano desejava a bola de cristal, para prever as estratégias de guerra do irmão.
Os jovens sem opção começam a sua jornada, sem certeza de volta. Durante vários dias, cavalgaram sem direção, até que se deparam com a temida estrada da encruzilhada, onde o caminho se dividia em três, no qual rezava a lenda, possuia uma maldição , que dizia que se o viajante seguisse o caminho errado, seria este sem volta.
Na duvida pegaram duas moedas do bolso de Demetry:
--- As moedas irão decidir, se cair cara em ambas as moedas iremos para o caminho da direita, se cair coroa vamos para a esquerda, porém se cair uma coroa e outra cara, iremos pelo caminho do meio. --- Propôs Arthur.
As moedas foram jogadas e a sorte lançada...
O sol reluziu sobre as faces das moedas, elas cairam em terra, uma cara... E a outra coroa. O caminho do meio os aguardava. Mesmo com medo seguiram o caminho.
A névoa cobria a estrada, os espinhos negros o forravam, a visão era dificil, quase impossivel, o que tornava tudo mais assustador. Sem perceber os dois vão se afastando um do outro, e Demetry se perde, caindo numa armadilha,um buraco fundo e dificil de sair. Quando a névoa se dispersa, Arthur se da conta do desaparecimento de seu companheiro de jornada." Aquele Tolo"--- pensava consigo mesmo, ele corre pela estrada, até que avista um castelo no topo da montanha, Demitry só poderia estar la, assim começa sua escalada pela montanha.
Chegando no topo ao anoitecer, percebe que para entrar no castelo é preciso escalar até a janela, pois este não tem porta. E mais uma vez ele começa a escalar. Dentro do castelo Arthur encontra Demetry dormindo, e ainda por cima roncando, num sono profundo, com uma bandeja cheia de comida ao lado cama, visivelmente confortável. Arthur, desolado e nervoso ao mesmo tempo, pegando o travesseiro se joga na cama e começa bater no amigo com o mesmo:
--- Seu folgado, preguiçoso, traidor de uma figa, eu como doido te procurando na estrada, depois escalando a montanha, em seguida o castelo, só faltava escalar o céu e você dormindo como uma "princesinha", sua infeliz "bela adormecida!" --- Esbravejou furioso.
Demetry acordou assustado, e nesse instante entra uma moça no quarto:
--- Senhor, senhor, estão matando nosso hóspede com um travesseiro! Com um travesseiro?--- A jovem se surpreendeu com as próprias palavras.
---Pois eu conheço muito bem esse seu hóspede, nós dois crescemos juntos.
--- Arthur é você, estava preocupado!
--- Oh sim muito preocupado, em seus sonhos, dorminhoco, traira! Como você chegou aqui, o que fizeram com você?
--- Ham, alguém pode dizer o que esta acontecendo aqui?--- Indaga a moça.
Os dois amigos explicam tudo que passaram e o motivo pelo qual estavam nessa aventura. A moça surpresa, explicou que na verdade a bola de cristal pertencia a um mago, e que este era um homem muito bondoso, e que ela era sua aprendiz.
O mago entrou no quarto:
--- Anny, o que esta acontecendo?--- O mago pergunta.
--- Nada senhor, só recebemos um novo hospede!--- Ela diz sarcástica.
Mais uma vez os rapazes explicam o que os levou até aquele castelo. O mago compreende a situação, mas diz que não pode dar a eles a bola de cristal, pois esta seria utilizada para motivos egoistas e injustos, no lugar daria a eles uma poção que tiraria do rei Eridano, todo o ódio e rancor que este possuia pelo irmão, assim poderiam evitar uma grande guerra. Os garotos concordaram com o plano do mago, mas não poderiam voltar se não seriam decapitados, por não levarem a bola de cristal, então Anny se ofereceu para colocar o plano em prática. Por meio da magia Anny chegou rápido ao reino de Andrômeda, lá entrou escondida no castelo, se disfarçou de serva e fez como haviam planejado, colocando a poção no vinho, e o levando numa taça para o rei, este bebeu tudo sem se dar conta de nada!
Depois de algumas horas, o rei sentiu uma enorme vontade de se reconciliar com o irmão, e entrar num acordo de paz. E assim foi feito. Arthur e Demetry, foram acolhidos como aprendiz pelo mago, junto a Anny. Todos seguiram suas vidas, os irmãos Eridano e Orion, uniram os dois reinos e deram ao novo o nome de Fênix de Andrômeda. Arthur, Demetry e Anny se tornaram grandes magos, e foram felizes até que... Bom o resto, você nosso leitor pode imaginar!

Conto escrito por Eula Cristina da Silva, Fabiana Borges, Natalia Cayres, Rafaela Fernandes, Skarllaty Rocha, e Tatiane Damião

sábado, 12 de dezembro de 2009

Os contos fantásticos produzidos pelo nosso grupo!

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O Mundo Perdido


Vagner e Joana, eram um casal muito feliz e harmonioso, que viviam muito bem em São Paulo com seu filho Vitor.
Tudo ocorria muito bem na vida do trio, até que em um certo dia Joana descobriu que seu marido havia lhe traído com sua prima, Maria. Desse dia em diante a sua vida mudou, eram brigas atrás de brigas.
Uma semana depois do acontecimento, Maria sumiu, e ninguém sabia de seu paradeiro, principalmente Vitor, que não sabia, nem entendia nada, para ele sua tia, teria entrado em um foguete e viajado para outro lugar, um mundo perdido.
Esse mistério durou por um mês, até que em um certo dia, bem chuvoso aparece, Maria, seguida de uma aquecida luz branca. Segundo ela, havia viajado para a Índia e não lembrava-se, de nada do que tinha acontecido antes, agora só queria, aproveitar sua vida, que segundo ela é muito breve.
Joana não acreditou, muito na história, para ela, sua prima estava escondida em algum buraco, por aí, já Vitor, tinha certeza que sua tia, foi abduzida e estava em um outro planeta.
Mas como não havia, prova de sumiço, nem de traição, Joana resolveu perdoar e retomar a vida com seu marido.

Conto escrito por Diego Sousa Santos, Escola Estadual Jardim da Luz, 2°série B do Ensino Médio.

O conto Fantástico: Caracteristicas e trajetória histórica

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Exemplos de conto fantástico: Branca de Neve e Harry Potter



No conto fantástico, a magia desempenha um papel fundamental,estando sua presença associada a uma personagem que dificilmente ocupa o lugar principal.
A presença da magia, enquanto um elemento capaz de modificar os acontecimentos, é o que distingue o conto fantástico.
É possível, pois, entender o que significa a magia nos contos fantásticos: é a forma assumida pela fantasia, de que somos dotados, e que nos ajuda a resolver problemas.
No conto fantástico, a imaginação é o limite nunca ultrapassado.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

Artigo de opinião: O poeta na sociedade

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Enquanto todos se habituam com a hipocrisia social, o poeta abre os olhos e busca o que é real. Ele é um revolucionário descontente com o rumo que as coisas tomam, o poeta vai além do que simplesmente olhar, ele usa a poesia como sua arma para expressar: "algo está errado, abra os olhos e vá mudar, comece a renovar, se quer ver a sociedade se curar"!
O poeta enxerga a vida e os sentimentos de uma maneira diferente,mais encantadora ou mais profunda, muito mais além do que vemos e transforma tudo isso em poesia, em palavras que tem vida.
Sim, o poeta é tudo isso.Mas o seu estatuto hoje em dia não é valorizado, novos poetas estão aparecendo, mas precisam enfrentar uma grande batalha para conseguir que sua obra alcance o público que deseja.
Grandes poetas como Alvares de Azevedo, Castro Alves e Carlos Drummond de Andrade deram voz e causas sociais de sua época.
O mundo continua girando e algumas coisas se desenvolvendo, outras nem tanto. Grandes acontecimentos estão marcando a história, alguns nem podemos acreditar que estão se desenrolando, e com certeza há poetas anónimos marcando no papel uma visão completamente crítica e sem eufemismo. Então como estamos valorizando? Como estamos dando chance a essas pessoas e suas obras? Os únicos que enxergam quando ninguém quer ver. Os rebeldes no mundo dos robôs. E principalmente como estamos tratando a nossa cultura?
O poeta acaba sendo um porta voz da população em suas reivindicações!

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Artigo de opinião

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O artigo de opinião, como o próprio nome já diz, é um texto em que o autor expõe seu posicionamento diante de algum tema atual e de interesse de muitos.

É um texto dissertativo que apresenta argumentos sobre o assunto abordado, portanto, o escritor além de expor seu ponto de vista, deve sustentá-lo através de informações coerentes e admissíveis.

Logo, as ideias defendidas no artigo de opinião são de total responsabilidade do autor, e, por este motivo, o mesmo deve ter cuidado com a veracidade dos elementos apresentados, além de assinar o texto no final.

É muito comum artigos de opinião em jornais e revistas.A leitura é breve e simples, pois são textos pequenos e a linguagem não é intelectualizada, uma vez que a intenção é atingir todo tipo de leitor.

Uma característica muito peculiar deste tipo de gênero textual é a persuasão, que consiste na tentativa do emissor de convencer o destinatário, neste caso, o leitor, a adotar a opinião apresentada. Por este motivo, é comum presenciarmos descrições detalhadas.

Geralmente, é escrito em primeira pessoa, já que trata-se de um texto com marcas pessoais e, portanto, com indícios claros de subjetividade, porém, pode surgir em terceira pessoa.